segunda-feira, 17 de setembro de 2012

ELE Sofreu!

Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos… Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar.    (Isaías 53:3,10).
É necessário fazer uma distinção entre os sofrimentos que Cristo enfrentou da parte dos homens e dos sofrimentos que enfrentou da parte de Deus.
Ele sofreu pela mão de Deus devido ao pecado; pela mão humana, por causa de Sua justiça.
Os homens O odiavam porque Ele testemunhava que as obras deles eram más.
O amor O fez ministrar à humanidade e testificar do mal que praticavam.
Porém, recebeu ódio em troca de Seu amor.
Isso apenas agravou a dor de Cristo.

Seu coração de amor deve ter sofrido enormemente com a incredulidade e rejeição.
Ele chorou e gemeu em espírito vendo o poder da morte sobre os homens e nossa total impotência.
O pecado deve ter sido uma contínua fonte de dor para o coração do Senhor.
Porém, as aflições da humanidade também estavam em seu coração.
Ele “tomou sobre si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças” (Mateus 8:17) e “em toda a angústia deles ele foi angustiado” (Isaías 63:9).
Ele não era insensível aos insultos, zombarias, armadilhas, brutalidade e tratamento cruel.
Embora divinamente paciente, nenhuma perfeição O salvou dessas dores.

Também sofreu pela mão divina na cruz onde Deus O moeu.
Não há um único sentimento humano e os mais vis pecados que não tenham sido derramados sobre Cristo, mas nada se compara à ira divina!
Ali Ele sofreu por nós, o Justo pelos injustos.

Sim, o Homem de dores sofreu muito.
Mas depois de tudo recebeu glória das mãos do Pai – glória tal que ainda ouviremos a “toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre” (Apocalipse 5:13).

Pensemos Nisso!

domingo, 16 de setembro de 2012

Empobrecido

“Há alguns que se fazem de ricos, e não têm coisa nenhuma.....  Pv 13:7”.
Ele era um homem muito respeitado e conhecido nas altas rodas.
Era dono dos mais desejados terrenos e prédios nos melhores bairros da cidade.
Todos o consideravam um empresário genial.
Não lhe era problema conseguir empréstimos de milhões nos bancos.
Contudo, o colapso de seu império e a perda de sua fortuna pegou os economistas e banqueiros de surpresa.
Seus credores ficaram se perguntando como ele pôde enganá-los daquela maneira.
Seus débitos excediam em muito seus bens.
Fingia ser rico, mas acabou na bancarrota.
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Isso também pode acontecer na esfera religiosa.
Muitos se dizem virtuosos cristãos, mas o coração deles está absolutamente longe de Deus.
Fingem serem piedosos, mas acabarão no inferno.
O que dizer das boas obras que deveriam caracterizar os cristãos?
Deus deveria reconhecê-las, já que ordena que sejam praticadas? (Mateus 5:16)
Sem dúvida, Deus toma nota de todo o bem que fazemos e considera dá-lo-á no julgamento.
Mas as boas obras no que se refere à salvação são como os créditos concedidos ao empresário: carecem de segurança!
Quem deseja servir a DEUS tem de primeiro quitar os débitos para com ELE.
Nossas boas obras jamais podem ser dadas como pagamento desta dívida.
Nada que façamos humanamente poderá compensar nossos pecados.
A Bíblia afirma: “Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida” (1 João 5:12).
Isso torna a situação bem clara!
Os que não crêem nEle estão em bancarrota espiritual.
Pense Nisso!
Devocional Boa Semente 2012

sábado, 15 de setembro de 2012

Basta ser Sincero?

“Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia”.       “Não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus”.   (Isaías 64:6; Romanos 3:22-24).
Nos países ocidentais, mais que nunca se prega a tolerância e a condenação do fanatismo.
E, à exaustão, é repetida a fórmula: “Todas as religiões valem; o que importa é a sinceridade”.
Em parte, isso é correto, pois todas coincidem no sentido de que nenhuma religião pode nos abrir a porta do céu.
Não é a doutrina a qual abraçamos, nem o conjunto de práticas religiosas que possamos seguir fielmente, nem uma vida irrepreensível aos olhos dos outros que pode nos salvar.

No tempo do Senhor Jesus vivia um jovem cujas qualidades morais eram verdadeiramente excepcionais, tendo um comportamento irretocável.
Não tinha feito mal a ninguém; podemos dizer o mesmo de nós?
Guardava os mandamentos de Deus desde a sua juventude; também guardamos?
Contudo, esse jovem inquieto pela salvação de sua alma, perguntou ao Senhor Jesus: “Que farei para herdar a vida eterna?”

Esse jovem, cujo amor por suas riquezas era maior que tudo, se recusou a seguir o Senhor Jesus (Marcos 10:17-27).
Sua vida exterior era perfeita, mas escondia um coração idólatra.

O que todos precisamos não é uma boa moral nem uma religião, mas de um Salvador, uma Pessoa: “Cristo Jesus”, que “veio ao mundo, para salvar os pecadores” (1 Timóteo 1:15), pois “em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:12).

Pensemos Nisso!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

ELE o Carrega em Seus Braços!

"Até à vossa velhice eu serei o mesmo, e ainda até às cãs eu vos carregarei; já o tenho feito; levar-vos-ei, pois, carregar-vos-ei e vos salvarei." (Isaías 46.4)
Como é inseguro o dia que está à nossa frente!
Inseguranças nos tornam inquietos e nervosos.
Quantas coisas poderão nos acontecer!
Você deseja estar eternamente seguro?
Então esteja disposto a aceitar e cumprir as duas condições que a Bíblia impõe para isso.
A primeira é: "...o que me der ouvidos habitará seguro", e a outra é: "Quem anda em integridade anda seguro".
Dar ouvidos ao que DEUS diz é estar disposto a seguir a JESUS a qualquer preço.
E você é íntegro aos olhos de DEUS quando crê no poder purificador do sangue de CRISTO e aceita o perdão dos pecados em arrependimento sincero.

Talvez você se pergunte angustiado: "O que será que espera por mim neste dia que está pela frente?"
Mas, tão logo você começar a reconhecer o poder sustentador de JESUS, suas rugas de preocupação começarão a desaparecer.
O que foi que ELE carregou?
(1) Uma coroa de espinhos,
(2) a cruz, e
(3) o pecado do mundo.
O que ELE carrega agora?
O mundo todo em Seus ombros.
E o que mais ELE carrega?
Você!
ELE o carrega em Seus braços!
Então, por que você ainda se preocupa?

Pense Nisso!

Dúvida sem Fundamento

Assim como está longe o oriente do ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões     (Salmo 103:12).
Muitos cristãos professos dizem: Não há como ter certeza de que nossos pecados foram de fato perdoados por Deus.
Só vamos saber disso na eternidade.
Quem pensa assim não tem um entendimento claro da Palavra, pois Deus afirmou exatamente o contrário.
Davi já sabia que suas transgressões tinham sido afastadas para muito longe dEle, ou seja, ele foi perdoado completamente.

Qual o interesse que Deus poderia ter em deixar aqueles, a quem demonstrou tanta graça enviando Seu Filho, no escuro até o último momento?
O Novo Testamento nos esclarece sobre essa questão por meio de muitas passagens.
“Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna” (1 João 5:13).
Um dos objetivos dessa epístola era assegurar os crentes que eles tinham a vida eterna e, portanto, o perdão dos pecados.

Declarações semelhantes estão em outras passagens da Palavra de Deus.
Porém, os próprios filhos de Deus ainda não têm convicção sobre isso e “esperam” ir para o céu, ao invés de proclamar com ousadia, como Jó: “Eu sei que o meu Redentor vive” (19:25).

Devemos lembrar tais pessoas da eficácia e perfeição da obra de redenção que Jesus Cristo realizou.
A base do perdão de nossos pecados é unicamente o sacrifício do Senhor na cruz.
E por que duvidar disso se o próprio Deus aceitou e aprovou tal sacrifício?

Pense Nisso!

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Levar DEUS a Sério

“Eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia”.      “Andai em temor… sabendo que… fostes resgatados da vossa vã maneira de viver… com o precioso sangue de Cristo”.    (2 Timóteo 1:12; 1 Pedro 1:17-19).
Muitos cristãos não sabem com certeza se são salvos ou não.
Alguns pensam que é pretensão ter essa segurança.
Dirão que contam com a indulgência de Deus.
Porém, é possível estarmos seguros de que somos aceitos tal como somos?
Quanto mais se pensa sobre isso, mais nos afastamos da esfera da fé.
A única condição imposta por Deus para a salvação do homem é crer nEle e na obra de Seu Filho Jesus Cristo.

O Senhor Jesus falou a Nicodemos, um notável judeu: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
Ele não falou que talvez tenham.
Essa é uma realidade de todos os que crêem.
E como essa vida é eterna, não pode desaparecer nem ter lapsos.

Ao terminar sua primeira carta, o apóstolo João dirige essas graves palavras aos incrédulos: “Quem a Deus não crê mentiroso o fez, porquanto não creu no testemunho que Deus de seu Filho deu” (1 João 5:10).
A questão não é saber qual o meu nível de fé, mas se eu sei que a obra de Jesus é perfeita, completa e suficiente.
Poderia haver ofensa maior que a de não levar a sério o que Deus diz?
“Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus” (1João 5:13).

Pensemos Nisso!

domingo, 9 de setembro de 2012

Cora Coralina

"Feliz aquele que ensina o que sabe e aprende o que ensina".
(CORA CORALINA)  ANA LINS DOS GUIMARÃES PEIXOTO  (*20/08/1889, Vila Boa de Goiás (atual Goiás Velho), Goiás, Brasil    +10/04/1985, Goiânia, Goiás, Brasil)Poetisa, contista e doçeira; estuda apenas as 4 primeiras séries e publica seus primeiros textos em jornais e revistas da região (1903), como o semanário "Folha do Sul" (1905, Bela Vista), revista "Informação Goiana", 1917, Rio de Janeiro), etc; Intelectual do Ano (1983), ganha o Prêmio JUCA PATO da União Brasileira de Escritores (1983).