quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Aridez Espiritual

Tu a enriqueces grandemente com o rio de Deus, que está cheio de água (Salmo 65:9)
Assim como sofremos com a aridez da natureza, também sofremos com a aridez espiritual.
Isso está registrado na Palavra de Deus, em muitos hinos e em testemunhos pessoais.
Em tempos de secura espiritual a revigorante presença de Deus parece não existir.
É como se Deus tivesse ido embora.
Tudo fica empobrecido, insípido e difícil de suportar.
Mas a razão da aridez espiritual está exclusivamen­te em nós mesmos e em nossa conduta.
Se nos tornarmos negligentes na fé, na leitura da Palavra, na oração e na comunhão com os irmãos na fé, não precisamos nem procurar o motivo para tal situação.
Esse também pode ser um dos meios que Deus utiliza para nos ensinar.
Se formos inclinados ao egoísmo e a nos colocar acima dos outros, essas características terão de ser retiradas de nós.
Israel teve de passar por essa experiência exatamente por causa do egoísmo e da obstinação em fazer a própria vontade.
O resultado?
“E ele lhes cumpriu o seu desejo, mas enviou magreza às suas almas” (Salmo 106:15).
A sincera humilhação diante de Deus e a devoção fiel a Ele são as chaves para abrir as comportas da bênção.
Os que reconhecem isso e se dobram diante de Deus são bem-aventurados.
Então se cumpre a palavra do Salmo 119:67: “Antes de ser afligido andava errado; mas agora tenho guardado a tua palavra”.
Apeguemo-nos firmemente a Deus e às Suas promessas; as chuvas refrescantes serão derramadas, pois Deus é fiel.
“Bem sei eu, ó Senhor, que os teus juízos são justos, e que segundo a tua fidelidade me afligiste” (Salmo 119:75).
Então, no lugar de aridez, poderemos exclamar: O rio de Deus está cheio de água!

Pensemos Nisso!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O Que é “Estar Reunido em Seu Nome”?

Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles (Mateus 18:20).
O que a expressão “meu nome” realmente significa?
Todos os nomes e títulos do Senhor Jesus Cristo indicam verdades relativas a Ele.
Seu nome não apenas nos diz quem Ele é, mas também se refere ao que Ele fez e faz.
Era plano de Deus que a Igreja fosse aqui neste mundo um testemunho para o Seu Nome.
Tal testemunho é responsabilidade de todos os crentes, tanto individual quanto coletivamente.
Ainda que um salvo individual­mente sirva ao Senhor e honre Seu Nome, ele não está em posição de prestar um testemunho completo.
Ele faz parte do Corpo de Cristo, cuja força vital vem do próprio Deus e um testemunho completo somente pode ser rendido pelo conjunto de todos os salvos.
O poder do Espírito Santo age quando os Seus se reúnem a fim de que possam glorificar Seu Nome.
Estar reunido em Seu Nome significa mais que simplesmente estar junto como irmãos.
É reconhecer Sua autoridade como Senhor em todas as coisas, quer na adoração ou na ministração.
Tudo o que for feito tem como objetivo glorificá-Lo.
A Bíblia nos dá instruções acerca da adoração que Deus produz no coração dos Seus.
Por intermédio da direção do Espírito Santo, os crentes são levados à verdadeira adoração ao Pai (João 4:22-24), e é isso que confere às reuniões dos filhos de Deus um caráter diferente de todas as demais.
Mas quando o Senhor Jesus diz: “Aí estou eu no meio deles”, Ele não está Se referindo à presença do Espírito Santo.
É a garantia de que Ele pessoalmente estará com os Seus para lhes dar Sua bênção.

Pensemos Nisso!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A Profecia de Miquéias

E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade (Miquéias 5:2).
Essa notável profecia do Antigo Testamento claramente mostra que o futuro Rei, o Messias prometido ao povo de Israel, deveria nascer em Belém.
Os sumos sacerdotes e escribas no tempo de Herodes a conheciam também, e foram capazes de informá-lo acerca disso quando os magos do oriente vieram a Jerusalém e perguntaram onde o Rei dos judeus nasceria.
O versículo de hoje vai muito além de simplesmente esclarecer o local de Seu nascimento: ela mostra a sublime verdade a respeito de Sua origem: a glória eterna.
Apesar de ter nascido de mulher, Suas “saídas” são “desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”.
Aqui há duas verdades significativas e abençoadas.
O Senhor Jesus Cristo, tema da profecia, é Deus e Homem em uma única Pessoa, “manifestado em carne” (1 Timóteo 3:16).
Ele veio ao mundo como Homem.
Não podemos explicar nem sondar esse maravilhoso mistério relativo à Sua Pessoa; podemos apenas con­templá-lo pela fé e adoração.
O Senhor Jesus foi rejeitado e morto por Seu povo, mas ressuscitou dos mortos e subiu aos céus.
Agora, por meio da obra realizada pelo Salvador na cruz, Deus pode conceder a vida eterna a todos os que crêem no Salvador.
A profecia de Miquéias é apenas uma das centenas que foram cumpridas.
E ainda existem outras que aguardam o tempo da con­cretização.
Mas cada uma das palavras de Deus será fiel e integral­mente cumprida, pois “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria?
Ou falaria, e não o confirmaria?” (Números 23:19).

Pensemos Nisso!

sábado, 15 de dezembro de 2012

Quanto Valho?

Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores  (Romanos 5:8).
Às vezes nos assombramos ao ouvir que gigantescas somas são pagas pelos clubes na compra de jogadores de futebol.
Essas pessoas realmente valem tanto?
Talvez o atleta que muda de clube esteja convencido que sim.
Cada um de nós se dá determinado valor também.
Para certos indivíduos, o dinheiro que ganham é o padrão pelo qual medem sua importância.
Outros usam como medida a posição que ocupam no campo profissional ou na sociedade.
Outras pessoas se valorizam por seus méritos, conquistas ou serviços prestados aos demais.
Porém, todos devemos reconhecer que não somos nós que decidimos qual é nosso valor, mas Deus, nosso Criador.
Tal valor se baseia em dois fatos:
1) Ele nos criou e nos dotou de capacidades;
2) Ele nos amou tanto que deu Seu Filho unigênito e O enviou a este mundo para que morresse, expiando nossos pecados.
Sob essa perspectiva, eu, você e cada pessoa tem mais valor que a maior estrela do futebol.
E tal importância não se deve ao que podemos fazer ou conquistar, mas à avaliação que o próprio Deus faz de nós.
Ele nos ama porque nos criou e nos aprecia tal como somos.
Ele deseja que sejamos Seus filhos; por isso permitiu que Seu filho JESUS CRISTO, morresse na cruz, “para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Pensemos Nisso!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Escutar os Outros

O que responde antes de ouvir comete estultícia que é para vergonha sua. (Provérbios 18:13)       Todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar  (Tiago 1:19).
Em 1864, pouco antes da abolição da escravatura nos EUA e após uma entrevista com o presidente Abraham Lincoln, alguém escreveu: “Sujeito a pressões de toda classe de reivindicações contrárias, rodeado de traidores, dos que queriam a libertação dos escravos a todo custo, e dos conservadores não menos convencidos de não libertá-los, Lincoln escutava todos, medindo as palavras de cada um”.
.Escutar atentamente uma pessoa é sinal concreto de respeito por ela.
É uma qualidade rara em nosso mundo onde ninguém escuta ninguém.
Mas a quem devemos escutar?
Em primeiro lugar e acima de tudo a Deus.
Ele nos fala por meio da Bíblia, Sua Palavra escrita.
Escutar Deus produz fé e nos torna aptos para conhecer Seu amor.
Contudo, nos é ordenado amar não somente a Deus, mas também aos próximos.
Tomar tempo para escutar nossos semelhantes demonstra gentileza e respeito de nossa parte, aprofunda os relacionamentos e, sobretudo, constitui a autêntica prova de nossa humildade e amor cristãos.
Por outro lado, temos de nos recusar a ouvir tudo o que é falso, injusto, difamatório e impuro.
Nossas forças têm de estar concentradas em escutar atentamente a instrução, o conselho, a repreensão e a correção vindas da Palavra. (2 Timóteo 3:16).
Isso nos faz capazes de ouvir os outros e de lhes dar, se solicitado, ajuda sábia, baseada nos princípios divinos.

Pensemos Nisso!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A Paz Com DEUS

Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus  (Romanos 5:1-2).
Em Romanos 3 e 4 vemos que o que foi necessário para nos tornar justos.
Também vemos que a iniciativa da nossa justificação partiu do próprio Deus.
Recebemos a justiça divina.
Ele providenciou tudo!
Fomos justificados não por nosso próprio esforço, mas pela fé.
A conseqüência é que temos paz com Deus.
Antes vivíamos em rebelião contra Ele.
Não O escutávamos, pois obedecer a Deus era algo desprezível para nós.
Porém, agora reconhecemos que Ele sempre tem razão.
Agora temos paz quando pensamos nEle.
Ele nos concede Sua paz porque Sua justiça foi plenamente satisfeita.
Agora desejamos estar com Ele, e amamos Sua presença.
Podemos entrar sem medo na presença de Deus para falar com Ele.
Que maravilha é ter acesso livre a Deus, o mesmo Deus que deveria nos condenar por causa de nossos terríveis pecados.
Agora podemos nos aproximar dEle sem restrições, a qualquer hora, em qualquer lugar e sem medo de sermos rejeitados ou fulminados.
Essas são somente algumas das conseqüências de se ter paz com Deus.
Só quem experimentou tal paz pode descrever e definir o que é viver assim!

Pense Nisso!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

CRISTIANISMO: Uma Alienação?

Sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? (Romanos 6:16)       Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou  (Gálatas 5:1).
Muito se escreveu sobre as alienações da sociedade, ou seja, sobre tudo o que é considerado um obstáculo à liberdade.
Dentre esses obstáculos, o cristianismo foi incluído, por ser o “ópio do povo”.
Para combater essa “alienação”, vários países prenderam e mataram milhões de pessoas.
Jesus falou sobre a mais poderosa alienação de todas: a escravidão ao pecado.
“Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado” (João 8:34).
“Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo” (2 Pedro 2:19).
Essa escravidão se manifesta de várias formas:
1)       Escravidão às paixões e cobiças que nos tornam dependentes;
2)       Escravidão às leis e regras morais, as quais na verdade são cadeias terríveis;
3)       Escravidão à opinião alheia, o que nos obriga a fazer todo tipo de concessão para manter nossa “boa imagem”.

Embora sendo escravo de um senhor cruel, o ser humano se crê livre.
Jesus Cristo deseja lhe mostrar esse erro não para condenar, mas para oferecer a verdadeira liberdade.
“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:36).
Ele é o grande Libertador porque “se deu a si mesmo em preço de redenção por todos” (1 Timóteo 2:6).

Pensemos Nisso!