domingo, 18 de novembro de 2012

O que Acontece Depois da Morte?

Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. (1 Coríntios 15:20)     Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo    (Hebreus 9:27).
 Quando alguém morre, de fato está bem morto.
Além disso, ninguém voltou para dizer como são as coisas do outro lado.
Será?
Isso não é verdade!
Certo dia um homem morreu cravado em uma cruz.
O que supervisionava a terrível execução constatou Sua morte.
Um dos carrascos furou Seu lado com a lança: o crucificado estava bem morto.
O governador romano deu permissão para sepultar o corpo.
Ele foi posto em um sepulcro novo cuja entrada foi bloqueada com uma grande pedra que os líderes do povo mandaram selar.
Soldados romanos guardavam a tumba.
Esse homem era Jesus.
 Três dias depois, no domingo de manhã, houve um grande terremoto.
Um anjo apareceu e removeu a pedra.
O sepulcro estava vazio: onde estava o corpo de Jesus?
Alguém roubou?
Não!
Jesus voltou à vida, pois Deus O ressuscitou.
A morte não podia retê-Lo (Atos 2:25-32).
Ele está vivo!
Seus discípulos custaram a crer, mesmo tendo visto os lençóis que O envolviam.
Mas não duvidaram quando o próprio o Senhor Jesus apareceu para eles.
Mais de quinhentas pessoas O viram durante os quarenta dias que permaneceu aqui, antes de ser levado ao céu.
Todos foram testemunhas de que Jesus venceu a morte.
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A Bíblia afirma que um dia todos os mortos ressuscitarão, seja para viverem com Deus ou para ficarem longe dEle por toda a eternidade.
Portanto, a questão do que acontece depois da morte é claramente respondida pela Palavra de Deus.
Não importa se você decidiu acreditar em outras coisas, ou se isso lhe parece simplista ou absurdo.
Por melhores que sejam, as crenças que fogem à Palavra não podem modificar as ordens estabelecidas por Deus.
A morte, a duração do dia, as estações, os estágios da vida humana, e tantas outras coisas acontecem mediante determinações divinas.
Assim, também Deus já determinou o que vem depois da morte.
Basta nós crermos nisso!

sábado, 17 de novembro de 2012

“Varonilmente”

Vigiai, estai firmes na fé; portai-vos varonilmente, e fortalecei-vos   (1 Coríntios 16:13).
Conta-se que uma mãe piedosa preparava comida para alguns pobres.
Então encarregava seus filhos de levar os alimentos à casa dos necessitados.
Com freqüência, os companheiros de brincadeira dessas crianças zombavam delas, pois consideravam que “homens de verdade” tinham coisas mais importantes a fazer.
A mãe dos meninos tinha uma opinião muito diferente.
Para ela, comportar-se “varonilmente” não consistia em realizar atos heróicos que podiam ser aplaudidos, mas em suportar a zombaria alheia sem amargura.
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Isso nos permite entender o que o apóstolo Paulo queria dizer quando, inspirado pelo Espírito Santo, exortava aos coríntios a se portarem “varonilmente”.
Portanto, sejamos nós também vigilantes e perseverantes na manifestação de nossa fé.
Essa virtude é indispensável para cada crente, especialmente hoje quando aumenta o desprezo por tudo o que é divino.
Temos de ter a coragem de fazer o que glorifica a Deus, ainda que isso pareça ridículo e as pessoas zombem.
Não esqueçamos do exemplo de nosso Senhor, “autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta” (Hebreus 12:2).
“Haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que… esvaziou-se a si mesmo… humilhou-se a si mesmo” (Filipenses 2:5-8).

Chegará o momento em que o próprio Deus calará os blasfemadores que procuram nos atingir.
Porém, até lá, temos de nos portar “varonilmente” e suportar as zombarias da mesma maneira como o Senhor Jesus.
 “O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente” (1 Pedro 2:23).

Pensemos Nisso!

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Por Que se Queixar?

Vós tendes dito: Inútil é servir a Deus; que nos aproveita termos cuidado em guardar os seus preceitos, e em andar de luto diante do Senhor dos Exércitos?   (Malaquias 3:14).
Uma das coisas mais fáceis de fazer é reclamar.
Nenhuma capacidade especial é necessária para criticar os demais e manifestar descontentamento.
E uma única queixa pode ter um efeito devastador sobre os que a ouvem.

O povo de Israel se queixava de Deus e considerava inútil servi-Lo.
“Para quê?”, diziam.
Corremos o risco de agir da mesma maneira.
“Para que congregar”?
“São sempre as mesmas mensagens”!
“Para que ofertar”?
“Não sei como o dinheiro vai ser usado”!
 “Para que…, para que…?”
É mais fácil criticar nossos líderes espirituais que obedecer à Palavra e orar por eles (Hebreus 13:7, 17).

Esse povo também se queixava que os maus prosperavam enquanto os bons sofriam.
Nesse caso temos de olhar para o Objeto de nossa fé.
O Senhor Jesus é o supremo exemplo.
Nossos olhos têm de estar postos nEle, não somente para servir a Deus com alegria, mas também para nos parecermos cada vez mais com Ele.

Em Malaquias 3:16-18 são apresentadas três características dos que não reclamam.
Primeiro menciona os que temem ao Senhor.
Em nossa vida a prioridade é dEle e de Seus interesses.
Depois a necessidade de comunhão, de falar uns com outros.
É importante compartilhar as coisas de Cristo com outros.
Se falarmos mais freqüentemente do Senhor teremos menos tempo para as queixas.
Por fim, o texto nos estimula a pensar e meditar em Seu nome e Sua grandeza.

“Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso” (Mateus 6:22-23).
Reclamações, queixas, murmurações tornam o olho “mau”, ou seja, nos fazem enxergar somente o que é ruim.
Assim, toda a nossa vida se torna cheia de trevas.
Olhos “bons” ou “maus” são resultado de escolhas exclusivas de cada um de nós!

Pensemos Nisso!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O Brilho do Diamante

Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo   (1 Pedro 1:7).
Para distinguir um diamante verdadeiro de um falso, um joalheiro fez a seguinte prova: “Uma imitação nunca é tão brilhante como a pedra autêntica”.
Se o seu olho não está suficientemente experimentado para perceber a diferença, basta colocar a pedra na água.
O brilho do diamante falso se ofusca; “o verdadeiro não perde nada de seu brilho”.

Deus nos criou para Ele, para que O honremos.
Nós nos desviamos, porém Ele nos salvou.
Cada crente nascido de novo recebeu a vida do Senhor Jesus para poder segui-Lo e imitá-Lo.
Assim, pois, podemos fazer brilhar alguns reflexos de Sua formosura moral, alguns traços de Seu caráter: amor, justiça, paciência, confiança, obediência…
Somente os que vivem essa nova vida pelo poder do Espírito Santo são de fato reconhecidos por Deus.
Infelizmente, às vezes em nossa vida é acrescentado algo falso, imitações baratas do que é divino.
Deus vê isso, como o joalheiro que identifica o diamante falso.
Para nos provar, coloca a pedra na água, ou seja, permite circunstâncias difíceis.
Nas dificuldades temos de estar atentos para ver qual é o objetivo de Deus.
Sua Palavra nos esclarecerá para que saibamos o que não vem dEle.
Consideremos os obstáculos em nosso caminho sob outra perspectiva.
Nosso Pai permite isso para nosso crescimento espiritual e para que o reflexo da vida do Senhor Jesus seja visto por todos em nós.

Pensemos Nisso!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Deus me Procurava

Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna      (1 Timóteo 1:15-16).
Minha mãe orava muito para que eu me tornasse cristão.
Contudo, desde os meus primeiros anos de estudante, rejeitei o cristianismo ao ponto de vender a Bíblia que ela me deu para comprar bebida.
Na verdade, esse livro me incomodava.
Minha vida sem Deus fazia de mim um homem sem limites para nada, embora fosse respeitado como profissional.
Como médico residente, vi toda espécie de miséria.
Certo dia, um pedreiro deu entrada no hospital durante meu plantão.
Seu estado era grave e ele sabia disso.
Mas a proximidade da morte não parecia incomodá-lo.
A expressão tranqüila do rosto daquele homem me marcou.
Como não tinha familiares, quando morreu, em minha presença examinaram seus poucos pertences que estavam em uma pequena mala.
Entre eles havia uma Bíblia.
Que surpresa quando vi que era a mesma que minha mãe havia me dado!
Meu nome estava escrito lá, bem como um versículo que ela escolhera.
Pedi e o livro me foi entregue.
A julgar pelo número de versículos sublinhados, seu último dono a lera bastante.
Eu fiquei muito agitado.
Entendi que Deus me procurava.
Não descansei até que recebi o Senhor Jesus como meu Salvador.
Essa Bíblia passou a ser um tesouro para mim; ela lembrava minha mãe e, acima de tudo, era um testemunho da graça do Bom Pastor.

Pense Nisso

terça-feira, 13 de novembro de 2012

SALVA

Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal   (1 Timóteo 1:15).
O tempo estava quente e seco naquele meio-dia de verão.
Atravessei o parque da cidade em minha bicicleta.
De repente, parei perplexo.
Debaixo de uma árvore estava uma tartaruga marinha.
Como ela tinha chegado ali, tão longe?
O tanque onde ela vivia ficava do outro lado do parque.
Nessa perigosa situação, a tartaruga procurava se mover em direção à água salvadora, mas todos os esforços dela eram inúteis.
O peso de sua carapaça era muito grande e suas patas muito frágeis.

Enquanto a observava, uma compassiva senhora exclamou: – Pobre animal, com esse calor vai morrer!
– Veja como tenta sair dessa situação!
Não há esperança, sem ajuda ela está perdida, eu falei.
Com cuidado, levantei a tartaruga, levei-a ao tanque e a coloquei na água.
Em seguida, ela mergulhou e se afastou nadando.
Eu a salvei da morte, porque nos aproximamos e a ajudamos.
Deus age exatamente assim conosco.
Todos os esforços humanos são inúteis.
Jesus Cristo veio ao mundo para nos salvar, porque o peso dos nossos pecados eram esmagadores, e nossas “boas obras” eram – e são – frágeis demais para nos garantir a salvação.
“Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios… Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:6 e 8).

Pensemos Nisso!

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A Muralha da China

Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol? (Eclesiastes 1:3)       Sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor       (1 Coríntios 15:58).
A Grande Muralha da China, com nove metros de altura e oito de largura, se estende ao longo de cerca de 3.000 km.
Segundo os astrônomos, é a única obra construída pelo homem que pode ser vista da Lua.
Edificada há mais ou menos 2.300 anos e restaurada há 600, precisou de um número impressionante de trabalhadores que, segundo contam, morriam de esgotamento.
Para que essa construção de dimensões colossais poderia servir?
Ela nunca impediu a invasão de inimigos, como os imperadores pensavam!
Então, foi um motivo de orgulho para o povo chinês?
Até essa magnífica obra se encaixa na declaração do rei mais sábio da terra: “Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito”.
E depois acrescenta: “Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar” (Eclesiastes 1:14: 3:14).
Quando o Senhor Jesus estava no mundo, dizia: “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também” (João 5:17).
Qual era esse trabalho?
Chamar todo ser humano ao arrependimento, salvá-lo da morte eterna para fazer dele uma pedra viva, parte de uma construção espiritual: a Igreja do Deus vivente.
Esse edifício está sendo erigido há quase dois mil anos e continuará a ser até o retorno de Jesus Cristo.
Esse será o único trabalho que permanecerá pela eternidade e que, algum dia, será admirado por todos os seres espirituais.

Pense Nisso!