sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O Melhor dos Amigos

“Não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras”?      “Estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”.        (Lucas 24:32; 1 Pedro 3:15).
No mês de janeiro neva ininterruptamente em um alto vale da Europa, no qual Adriana, uma senhora de idade avançada, vive sozinha em uma casa isolada do resto do mundo.
As visitas são escassas e quem se atreve a chegar até lá não tarda a perguntar sobre a solidão dela.
Então Adriana não vacila em falar dAquele que lhe faz companhia: o Senhor JESUS CRISTO, que está vivo… e o afirma com tanta seriedade que ninguém ousa zombar.
Ao escutar seu relato, pouco a pouco se entende qual é o consolo que se encontra em Sua presença.
Aprende-se a conhecer melhor Aquele que é doce e humilde de coração.
ELE que esteve tão sozinho e foi desprezado neste mundo.
Ela explica: – Na terra, ELE era o próprio DEUS, cheio de compaixão por nossas misérias; nunca cometeu mal nenhum, nem sequer devolveu o que Lhe faziam, e por Sua morte podemos ser curados da terrível enfermidade do pecado.

Em sua pequena cozinha, somente o barulho da estufa rompe o silêncio.
Os olhos da anciã brilham quando acrescenta: — ELE ressuscitou; nem a tumba pôde segurá-Lo.
Em breve voltará para nos buscar, e eu O espero.

Esse não é somente um testemunho de uma idosa européia.
O Senhor JESUS fez uma promessa válida para todos os que crêem nEle: “Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28:20).
E se Ele está conosco, a solidão desaparece!

Pense Nisso!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Mostrar o Céu

“Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu”.     “Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste”.    (João 3:13; 17:24).
Certo conhecido me dizia que o que mais apreciava na arquitetura dos templos eram as torres.
Com o dedo indicador apontando para o céu, elas nos lembram de que o horizonte de nossa vida não se limita ao mundo, mas que existe outra coisa.
As palavras dele me fizeram refletir.
Meu conhecido não era cristão, mas pressentia que nossa vida não se resume a esta terra.

Freqüentemente a Bíblia fala do céu não como o céu atmosférico e nem o universo, mas aquilo que está fora da criação visível: a presença de Deus.
JESUS veio do céu.
Pouco tempo antes de sofrer na cruz, falou aos Seus discípulos desse maravilhoso lugar.
Fez isso da maneira mais simples e familiar: “Na casa de meu Pai há muitas moradas… Vou preparar-vos lugar… para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14:2-3).
O céu é a morada de Deus, a casa do Pai.
Está repleto de uma glória que a imaginação humana não pode conceber.
A presença do Filho de Deus, o Salvador dos homens, é a própria glória.
O céu se encherá de uma multidão de seres humanos salvos por meio de Sua obra na cruz.
Estes, enquanto estiverem na terra, têm a missão de mostrar o caminho para o céu.

Pense Nisso!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Um Amor Forte Como a Morte

“Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome”.       (Salmo 91:14).
O magnífico Salmo 91 descreve, séculos antes de Sua vinda ao mundo, a perfeita e dependente humanidade do Senhor Jesus.
Cada passo dado aqui, cada um de Seus feitos, cada uma de Suas palavras manifestavam com toda clareza o amor que tinha pelo Pai.
Nada pôde afastá-Lo dessa maravilhosa consagração de fé que brilha em contraste com qualquer vida humana, por mais santa que seja.

Tal amor por Deus não se manifestava somente nas circunstâncias fáceis ou agradáveis, mas também nas mais difíceis, em um mundo oposto a Deus e que rejeitava Sua graça.
Diante das perseguições, cheio de amor por Aquele que O enviara e a quem veio revelar, fez resplandecer a graça e a verdade.

Mais ainda, quando os homens prenderam o santo Filho de Deus para crucificá-Lo, a perfeição do amor e da consagração do Varão de dores se manifestaram.
Ele aceitou todos os golpes do ódio humano sem reclamar.
Cercado pelas mais profundas trevas, em uma suprema submissão à vontade de Deus, o Cordeiro de Deus Se ofereceu em sacrifício e suportou o castigo que nós merecíamos.

A resposta de Deus foi assegurada: “Eu o livrarei”.
Como Ele merecia ser ressuscitado, ao triunfar sobre a morte, o pecado e Satanás!
Preciosa e justa recompensa por Seu amor a Deus.
Perfeitamente obediente em meio a humilhações inimagináveis, conheceu e glorificou o nome de Seu Deus e Pai.
O Senhor Jesus é digno de nossa adoração para sempre!

Pensemos Nisso!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Um Céu de Curta Duração

“A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um”.   (Colossenses 4:6).
Certo homem era casado com uma mulher cuja paciência não tinha limites, e ele se aproveitava disso.
Para se gabar da submissão de sua esposa, ele levou um de seus colegas, o qual estava bebendo com ele no bar, para casa depois da meia-noite.
Sua mulher já estava dormindo, mas se levantou para abrir a porta.

– Faça uma comida para mim – exigiu grosseiramente o marido.
Sem manifestar a menor contrariedade, a esposa cristã foi para a cozinha.

Enquanto a observava preparar a comida, o marido sorria satisfeito consigo mesmo, mas o amigo permanecia pensativo.
Quando a mulher serviu à mesa, este último se voltou para ela e disse:  – Não posso compreender como você se dispõe a satisfazer os caprichos de seu marido assim!

Com tristeza, ela respondeu: – Senhor, esse é todo o céu que ele irá conhecer, e é tão curto!

O convidado se calou.
Então ele repetiu em voz baixa: Esse é todo o céu que ele irá conhecer, e é tão curto!
Se isso está correto, então, o que vem depois?
O inferno… que será infinitamente duradouro.
Foi para casa meditando nisso.

Não conseguiu esquecer o assunto.
Escutando uma pregação do Evangelho, creu na Palavra de Deus e recebeu o Senhor Jesus como seu Salvador pessoal.
Assim obteve a paz com Deus.
Tudo isso em conseqüência das inesperadas palavras de uma cristã cuja paciência e resignação foram um testemunho efetivo do que é pertencer a Cristo.

Pensemos Nisso!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O Amor

“Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor”.    (1° João 4:7-8).
Às vezes ouvimos as pessoas dizerem que tudo o que precisamos é de amor.
Isso é correto.
Ninguém pode viver sem amor, pois sem amor se morre física e emocionalmente.
Mas o que é o verdadeiro amor e onde se pode encontrá-lo?
Aí está a dificuldade.
Quem tem fome de amor se apega avidamente a tudo o que lhe é oferecido com o rótulo de “amor”.
Assim, a lascívia vira “amor”, a manipulação vira “amor”, o engano vira “amor”.
Esses tipos de “amor” são ilusões fugazes.

Contudo, existe um amor que jamais engana nem decepciona.
É o amor de Deus.
Jesus Cristo, o Filho de Deus, trouxe esse amor ao mundo.
Ele não só falava de amor, mas agia em concordância.
Buscava as almas que não tinham esperança e trazia de volta as que haviam se extraviado.
Nunca buscou algo para si mesmo.
Não veio para ser servido, mas para servir aos demais.

Por fim, Ele ofereceu a própria vida.
Morreu dando sua vida em resgate pelos pecadores.
Como não tinha pecado, Deus pôde aceitar seu sacrifício.
Vemos o verdadeiro amor na cruz onde Ele foi pregado.
Você anela por um amor duradouro?
Deus é amor e manifestou isso ao enviar Seu Filho unigênito para que vivamos por Ele.
“Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos. Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados” (1° João 4:9-10).

Pensemos Nisso!

domingo, 7 de outubro de 2012

Nenhum Político, Nenhuma Promessa

"Por que se enfurecem os gentios e os povos imaginam cousas vãs?" (Salmo 2.1)
Os atuais acontecimentos políticos parecem um turbilhão.
Os fatos se sucedem de maneira vertiginosa.
Tudo está em movimento.
Quando ficamos observando esse furacão podemos ficar perturbados e entrar em pânico.
A fúria das pessoas e dos povos é cada vez maior.
Grita-se por justiça social, mas se continua sendo egoísta na vida pessoal.
Nos protestos se clama pela paz, mas individualmente não temos paz com Deus.
Esta é a fatal contradição: dizemos "Paz, paz", mas não há paz.

Será que em seu coração também se encontra esta contradição fatal?
Será que você exige dos outros aquilo que você também não tem?
As desesperadas tentativas de construir um mundo melhor através do esforço humano estão aumentando.
Mas elas estão condenadas ao fracasso porque os povos se voltam contra a nação que intermediou a paz na terra através de Jesus Cristo – o povo de Israel.
Esta é, em essência, a crise mundial de nossos dias.
Mas escondido no turbilhão dos acontecimentos políticos mundiais se acha o suave sopro divino.
A verdadeira paz, o reino de paz, e o Príncipe da paz vão chegar, e vão chegar em Israel.
Hoje Satanás tenta se antecipar a esse acontecimento, e é por isso que tudo aquilo que tem aparência de paz hoje em dia é apenas uma paz enganadora e uma felicidade aparente.
Quer ter Paz? 
Ninguém pode lhe proporcionar isso.
Nenhum político, nenhuma promessa...
Somente JESUS CRISTO.

Pense Nisso!

O que A Igreja é?

“Edificarei a minha igreja”.   (Mateus 16:18).
O dia de Pentecoste (Atos 2) marca o nascimento da Igreja.
Enquanto o Senhor vivia no mundo, Ele não estava formando a Igreja, mas Se apresentando a Israel como Rei e Messias, reunindo um remanescente de verdadeiros cristãos e discípulos em torno de Si.

Durante a permanência do Senhor nesta terra, os que criam eram simplesmente Seus seguidores individuais, mas formariam o núcleo da Igreja, quando esta surgiu em Pentecoste.
Naquele dia o Espírito desceu, os batizou no corpo de Cristo e os uniu ao Salvador glorificado no céu (1° Coríntios 12:13).
A partir de então, os cristãos formam uma unidade, o Corpo de Cristo, e são membros uns dos outros, ligados pelo Espírito Santo que habita dentro deles.
Esse foi o começo da Igreja do Deus vivo.

A Igreja não é um edifício material, mas um corpo de pessoas que crêem são pedras vivas que formam o templo santo do Senhor (Efésios 2:19-22; 1 Pedro 2:5).
A reunião dos cristãos em qualquer lugar constitui a verdadeira Igreja, não importa em qual espaço aconteça, seja em uma escola, em casa, em um prédio que se costuma  chamar de igreja, em um auditório, etc.

O significado da palavra grega “igreja” é “chamado para fora”.
Portanto, a Igreja de Deus é um grupo de ‘chamados para fora’.
Separados do mundo e santificados em Cristo Jesus (1° Coríntios 1:2).
Quanto a isso, temos as palavras de Tiago: “Deus visitou os gentios, para tomar deles um povo para o seu nome” (Atos 15:14).
A Igreja é exatamente isso: um grupo de pessoas tiradas das nações e separadas para o Seu Nome pela soberana atuação do Espírito Santo.

Pensemos Nisso!