segunda-feira, 8 de julho de 2013

Cinco Ofertas

O Senhor… ordenou aos filhos de Israel que oferecessem as suas ofertas ao Senhor, no deserto de Sinai  (Levítico 7:38).
Nos primeiros capítulos de Levítico temos cinco tipos distintos de ofertas, e todas demonstram vários aspectos da obra da cruz e desvendam as glórias da Pessoa que a realizou.
 – Pessoa esta que transcende todos os filhos dos homens, pois era tanto Filho do Homem quanto Filho de Deus, divinamente humano e humanamente divino.
Será de grande utilidade para nossa alma meditarmos sobre as fantásticas figuras apresentadas aqui, que representam grandes e surpreendentes verdades reveladas no Novo Testamento.
No Antigo Testamento, ao estudarmos os tipos, nunca encontraremos doutrinas neles, pois estas serão descobertas no Novo Testamento, as quais, por sua vez, estão ilustradas nos tipos do Antigo Testamento.
As cinco ofertas podem ser classificadas de diversas maneiras.
Em primeiro lugar, notamos que quatro delas são ofertas que envolvem derramamento de sangue – a oferta queimada, a pacífica, a da expiação pela culpa e a pelo pecado.
A oferta de alimentos, ou a oferta de cereais, não requeria sangue, e, portanto, se destaca das outras.
Há também as ofertas de aroma suave, distinguindo-se das ofertas pelo pecado.
A oferta queimada, a oferta de alimentos e a oferta pacífica são “de cheiro suave ao Senhor” (Levítico 1:9; 2:9; 3:5).
Isso não se aplica à oferta pelo pecado e à oferta pela expiação da culpa.
As cinco ofertas aqui reunidas nos apresentam um admirável caleidoscópio da Pessoa e da obra de nosso abençoado Senhor Jesus Cristo.
Mostram o que Ele é para Deus, bem como o que Se tornou em graça para os pecadores pelos quais morreu, e para os que confiam nEle.
Pensemos Nisso!

Devocional Boa Semente

sábado, 6 de julho de 2013

Poças de Lama

Aquele que comete pecado é servo do pecado   (João 8:34).
Em certo sábado choveu o dia inteiro.
No dia seguinte, as ruas estavam secas, exceto por algumas poças de lama.
Havia uma mulher que caminhava com seus dois filhos pela avenida.
O mais novo estava em um carrinho de bebê, o mais velho caminhava alegremente, às vezes ao lado, às vezes à frente do carrinho.
Eles se aproximavam de uma grande poça de lama, mas havia espaço suficiente de cada lado dela para passarem com tranquilidade.
A mãe percebeu a tempo que o menino estava correndo rumo à sujeira e gritou: “Não pule nessa água suja”!
O menino ficou constrangido e perguntou: “Mas o que é que eu posso fazer”?
Será que ele não percebeu que havia um espaço seco ao redor da poça?
Não, ele não percebeu, porque tudo o que queria era brincar na lama.
Aquele menino era somente uma criança.
Mas me fez pensar nos milhões que gostam da sujeira, da imundície do pecado.
Muitos se corrompem e se mancham simplesmente por não desejarem evitar a tentação com que se deparam.
Depois, quando as conseqüências vêm, suspiram e fazem um voto – que jamais cumprem – de não fazer aquilo de novo.
Só que isso não é verdade; eles amam o pecado e a liberdade de dar vazão às concupiscências de seu coração maligno.
Não é vontade de Deus que sejamos escravos do pecado.
Jesus Cristo, o Salvador do mundo, abriu o caminho para a libertação e para a vida aos que gemem sob o peso da escravidão.
No entanto, há um preço a pagar, há renúncias a fazer, há uma trilha a ser percorrida.
E isso requer coragem e total dependência de Deus!
Pensemos Nisso!


sexta-feira, 5 de julho de 2013

A Janela e o Espelho

“Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males”.   “O rico… passará como a flor da erva. Porque sai o sol com ardor, e a erva seca, e a sua flor cai, e a formosa aparência do seu aspecto perece; assim se murchará também o rico em seus caminhos”.  (1 Timóteo 6:10; Tiago 1:10-11).
Dinheiro é algo muitíssimo importante para a maioria.
Os pobres querem tê-lo.
Os ricos querem mais.
Existe alguma coisa com maior poder de atração?
Quantos já sacrificaram tudo, até a própria vida, por esses pedaços de papel?
Quantas atrocidades cometidas, na esfera individual e coletiva, em nome do dinheiro?
Certa vez um jovem perguntou a um sábio: “Por que, em geral, os pobres são mais simpáticos e amáveis que os ricos”?
O sábio respondeu:
Olhe pela janela.
O que você vê?
–“Vejo uma mulher caminhando com uma criança, um homem andando de bicicleta…”
Está bem, mas você está vendo através de um pedaço de vidro.
Agora olhe naquele espelho.
O que você vê?
– “Vejo o meu rosto.”
E o sábio concluiu:
E qual a diferença entre a janela e o espelho?
Ambos são feitos de vidro.
Mas para tornar um vidro em um espelho é necessário um pouco de prata na parte de trás, e então você só conseguirá enxergar a si mesmo!
Não há nada de errado em ser rico, mas amar a riqueza e ser cobiçoso é armadilha que leva à ruína e à destruição aqui e na eternidade.
É por isso que muitos confiam em suas riquezas e acham que não precisam de Deus.
Porém, a mensagem da Bíblia não é essa.
E quem pode dizer quanto tempo a riqueza dura?
Os verdadeiros ricos não são os “ricos na fé, e herdeiros do reino que [Deus] prometeu aos que o amam?” (Tiago 2:5).


Pensemos Nisso!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

O Que é Pecado?

Não me compraste por dinheiro cana aromática, nem com a gordura dos teus sacrifícios me satisfizeste, mas me deste trabalho com os teus pecados, e me cansaste com as tuas iniquidades. Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro.  (Isaías 43:24-25).
Pecado não é um conceito moral.
Não significa simplesmente a transgressão de algum regulamento, como quando burlamos uma dieta prescrita pelo médico.
O pecado abrange toda a forma do mal.
É possível pecar contra Deus e contra os semelhantes.
Isso é difícil de entender em nossa sociedade contemporânea, onde tal palavra é vista com maus olhos ou considerada obsoleta.
Muitas pessoas gostariam de vê-la desaparecer do vocabulário.
Outras, embora afirmem que não acreditam em Deus, ainda reconhecem certas obrigações morais para com o próximo que, se violadas, poderiam ser chamadas de pecado.
Então por que a aversão à palavra “pecado”?
A razão é: no momento em que descartamos Deus e Suas leis, perdemos a medida pela qual nosso comportamento será julgado.
No que se referem às leis terrenas, as pessoas vivem de acordo com o lema: seja feliz, faça o que lhe dá prazer, mas não seja pego com a boca na botija!
Um real, puro e objetivo padrão moral têm de se originar fora do domínio humano.
Tem de vir do próprio Deus.
Ele é a autoridade que julga o pecado.
Mas que também o perdoa.
Essa é a mensagem do versículo de hoje.
Pensemos Nisso!


quarta-feira, 3 de julho de 2013

O Fator Imprescindível

Disse o néscio no seu coração: Não há Deus  (Salmo 14:1; 53:1).

Esse versículo, que ocorre duas vezes nos Salmos, não significa que os incrédulos não sejam inteligentes.
Por outro lado, ninguém precisa de um alto coeficiente de inteligência para entender e receber a oferta da salvação divina; é necessário simplesmente fé.
É óbvio que Deus nos deu inteligência para que a usemos.
Não há dúvida quanto a isso.
Contudo, se fizermos de nossos próprios pensamentos e conceitos a base de todas as nossas decisões, então nos enquadraremos na categoria de tolos.
Tal fundamento é muito frágil, pois existem coisas que escapam ao entendimento e à investigação humanas.
Deus não pode ser compreendido apenas pelo intelecto.
É bem fácil chegar à conclusão que Ele não existe por causa disso.
Todo engenheiro acrescenta uma margem de segurança aos seus cálculos para diminuir a probabilidade de perigos imprevisíveis.
Essa margem é maior em casos de construções nunca realizadas antes, onde a incerteza faz parte do projeto.
Vida e morte são eventos únicos para cada um de nós.
Deveríamos excluir o imprescindível fator chamado Deus de nossa história?
Há outro versículo que também ocorre duas vezes na Bíblia: “Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Provérbios 14:12 e 16:25).
Pensemos Nisso!


terça-feira, 2 de julho de 2013

Mistério Insondável!

Eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. (João 20:17).
A grandeza pessoal do Senhor é o tema principal do evangelho de João.
Vamos analisar como Cristo fala sobre esse assunto nesse livro.
Por exemplo: “Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu” (João 3:13).
Isso é consistente com o que lemos em Efésios 4 acerca da descida e subida de Cristo, mas João enfatiza em seu relato da conversa do Senhor com Nicodemos que Aquele que subiu era a mesma Pessoa, que já estava lá: mistério insondável!
Nicodemos viu Cristo como um realizador de milagres e não O reconheceu em Sua verdadeira grandeza, embora Isaías tenha escrito sobre Ele muitos séculos antes.
Como podemos chegar à profundidade da declaração do Senhor a Nicodemos?
No mesmo instante em que Ele falava com o fariseu na terra, Ele estava no céu!
Ele estava lá antes de Sua encarnação e continuará a estar ali porque é sobre todas as coisas, e Deus O abençoou para sempre. (Romanos 9:5).
Isso é confirmado na afirmação do Senhor Jesus em Cafarnaum: “Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do homem para onde primeiro estava?” (João 6:59, 62).
Após Sua ressurreição, o Senhor Jesus disse a Maria: “Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”.
Maria precisava entender que seu Senhor ressurreto pertencia agora a uma nova ordem de coisas, na qual Ele subiria como Homem glorificado para onde estava antes e onde estará para sempre.
Um maravilhoso vínculo existe entre o Senhor Jesus na ressurreição e Seus discípulos na terra.
Uma nova geração agora é identificada com Ele e com Seu Pai (João 20:19-22).
Como somos privilegiados!
 Pensemos Nisso!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Um DEUS que Fala

“Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo”.   “Vede que não rejeiteis ao que fala; porque, se não escaparam aqueles que rejeitaram o que na terra os advertia, muito menos nós, se nos desviarmos daquele que é dos céus”.    (Hebreus 1:1-2; 12:25).
Em uma época na qual a comunicação ocupa um lugar tão essencial, é importante saber que o Deus dos cristãos é um Deus que fala, que se comunica.
Criou o mundo pela Sua palavra e, desde o primeiro dia de existência do homem, conversou com ele no jardim do Éden (Gênesis 1 e 2).
Mas Adão não quis escutar a voz de seu Criador e, depois de transgredir, se escondeu para não ouvi-Lo.
Então Deus continuou falando pelo intermédio de numerosos profetas durante muitos séculos.
Porém, como a maioria permanecia surda ao seu chamado, Deus falou de maneira mais direta por meio de Jesus Cristo, Seu filho, o qual veio a este mundo se fazendo humano como nós – mas sem pecado.
Durante sua vida inteira, não somente através de Suas palavras, mas também de Seus menores gestos, Jesus foi a revelação do amor de Deus para conosco.
Ainda hoje Deus nos fala de muitas maneiras, em particular por meio da Bíblia.
Portanto, leia a Palavra de Deus e escute Sua voz.
Nela perceberá que Deus lhe ama profundamente e deseja ter um relacionamento intenso com você.
Reconheça que você o ofendeu e que necessita de Sua graça.
Creia em Seu Filho Jesus Cristo, que foi castigado em nosso lugar.
Assim, você poderá se comunicar com Ele e descobrir o quanto Deus gosta de falar com Seus filhos!


Pensemos Nisso!