domingo, 6 de janeiro de 2013

Admita sua Culpa

O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia (Provérbios 28:13).
Quão rapidamente os transgressores da lei estão dispostos a admitir sua culpa quando têm a certeza de que cometeram um delito?
Certo editor fez essa pergunta a uma psicóloga.
A resposta dela foi baseada nos delitos de trânsito envolvendo motoristas bêbados.
Muitos motoristas culpados sentem remorso pelo que fizeram e juram nunca mais repetir a mesma tolice.
Mas geralmente veem apenas razões superficiais para a transgressão deles.
Alegam que foi a primeira vez e que não haverá uma segunda.
No entanto, suprimem a verdade.
Eles se justificam dizendo que foram persuadidos a beber, ou que tinham tido um dia difícil, etc.
A típica inclinação do ser humano é não admitir a culpa por seus erros.
Qual de nós pode se eximir disso?
Lembremos que quando erramos não somos culpados somente em relação às outras pessoas, mas também em relação a Deus, que nos exigirá a prestação de contas por nossos atos.
A Bíblia afirma isso repetidamente.
Deus é santo: Ele nos conhece por inteiro, e não podemos enganá-Lo, ainda que sejamos mestres em enganar os nossos semelhantes.
O versículo de hoje nos adverte que não iremos a lugar algum escondendo nossos pecados, nem nesta vida e muito menos quando estivermos sendo julgados por Deus.
“Sabei que o vosso pecado vos há de achar” (Números 32:23).
Mas nem tudo está perdido.
O versículo acrescenta que temos de confessar nossas faltas diante de Deus e, quando possível, dos homens também.
Então experimen­taremos a misericórdia de Deus e seremos capazes de, com a ajuda dEle, levar uma vida nova.

Pensemos Nisso!

sábado, 5 de janeiro de 2013

A Bíblia – O Pão Diário

Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão. E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida (João 6:33-35).
No dia de seu aniversário, uma jovem recebeu de presente dos pais uma Bíblia.
Ela mostrou a Bíblia para um irmão mais ex­perimentado e pediu a ele que escrevesse uma dedicatória.
Na primeira página já estava escrito: “Eu sou o Pão da Vida”.
Ele apenas acrescentou: “Não o deixe mofar”.
A Bíblia é o livro mais vendido do mundo.
Nenhum outro livro causou tanta controvérsia, mas o número de edições continua a crescer.
A Bíblia é uma coletânea de 66 livros, escritos por 40 autores em um espaço de 1600 anos, aproximadamente.
Mas ela não “foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1:21).
A Bíblia revela uma maravilhosa unidade: embora muitos homens de Deus tenham contribuído para sua inteireza, em última análise, ela tem um só Autor: o Espírito que os levou a escrever.
O tema central das mensagens deles é uma Pessoa: Jesus Cristo, o Filho de Deus.
A Bíblia não nos poupa em suas declarações ou juízos, mas nos mostra quem somos: pecadores que necessitam de redenção.
Mas ela também nos mostra como obtê-la, isto é, pela fé na obra expiatória de Cristo consumada na cruz do Calvário.
A Bíblia é o alimento espiritual diário do crente para fortalecer o homem interior (vide Efésios 3:16).
Por esta razão a leitura dela não deve ser negligenciada.
Devemos meditar em seu conteúdo diariamente.

Pensemos Nisso!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Salvo duas Vezes

E invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás (Salmo 50:15).
 “Não se esqueça de orar quando estiver em dificuldades, meu filho”!
Com essas palavras uma mãe se despediu de seu filho, que iria servir a Marinha.
Ela estava muito preocupada, pois o rapaz havia ignorado como tantas vezes antes, seu apelo para que rendesse a vida dele a Deus.
Se ao menos na tribulação ele se lembrasse do Senhor…
A reação do filho foi: “Tem muito tempo para se pensar em oração”.
Ele desejava viver o melhor dessa vida primeiro.
No entanto, em sua primeira viagem esse jovem foi forçado a tirar proveito desse “sinal de emergência”.
Aconteceu quando estava sozinho e se viu em uma situação que um marinheiro experiente tiraria de letra, mas que para ele foi apavorante.
O navio repentina­mente balançou, jogando-o no mar.
Ao cair, ele orou: “Ó Deus, se Tu existes, mostra-me agora!”
Ninguém percebeu o seu apuro, mas Deus o viu e o escutou.
Naquele momento, outro marinheiro foi procurá-lo e, não o encontrando na proa, olhou para o mar e o viu boiando.
Salvá-lo foi uma mera questão de rotina.
Quando voltou ao navio, ele sempre mencionava como havia orado a Deus, mas ainda se recusava a render-se a Ele.
No período de sua licença, ao voltar para casa, acompanhou sua mãe a uma reunião evangelística.
Ali, durante a pregação, entendeu que estava perdido por causa de seus pecados e que precisava de salvação.
Então confessou sua culpa diante de Deus e obteve o perdão e a paz.
Depois disso, passou a agradecer ao Senhor por havê-lo salvo não apenas nesta vida, mas para todo o sempre.

Pense Nisso!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Nenhuma Condenação

Quem nele crê (depende, confia) não é julgado [aquele que confia nele não entra em juízo, pois para ele não há rejeição, ou condenação]. ( João 3.18)
O Espírito Santo trabalha para convencê-lo do pecado e da justiça (veja João 16.7-11). 
A ação do Espírito pretende convencê-lo a se arrepender, o que significa voltar atrás e seguir na direção certa.
É normal você se sentir culpado quando inicialmente foi convencido do pecado; mas permanecer sentindo-se culpado após ter se arrependido não é saudável, não é a vontade de Deus.
A convicção é inteiramente diferente da condenação.
A condenação o oprime e o coloca sob o peso de culpa, mas a convicção pretende levantá-lo para algo, ajudá-lo a subir mais alto no plano de Deus para sua vida.
Se você está sofrendo sob o peso de condenação, lance sua culpa diante do trono de Deus e receba Seu perdão e Sua misericórdia.

Pense Nisso!

A Vida Eterna não Pode Morrer

"Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito”. (João 19.30)

A morte de Jesus é um acontecimento tão inconcebível que com palavras humanas jamais poderemos descrevê-lo em toda a sua profundidade.
Pois quando Jesus morreu não morria alguém com vida passageira, condicionada pelo tempo e pelo espaço, mas morria o único que tinha a imortalidade dentro de si.
Naquela ocasião, Deus morreu em Jesus Cristo; naquela ocasião, morreu a vida eterna. Mas, em essência, a vida eterna não pode morrer – pois seria uma contradição; um poder ainda maior deve ter estado por detrás dos fatos.
E esse poder foi o amor dominante e imperioso do Pai e do Filho!
Lemos isso de modo profético em Cantares 8.6: "...porque o amor é forte como a morte”.
Quando a vida eterna personificada bradou: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste”?
Deus se calou: "...calar-se-á por seu amor" (Sf 3.17).
Assim, a palavra da cruz, em toda a sua extensão, no que diz respeito a nós, que seremos salvos, é de fato um poder de Deus, como diz 1 Coríntios 1.18.
Mas para o mundo é uma loucura, pois o que um homem natural pode fazer com um Cristo crucificado?
Nosso Senhor entregou Sua vida voluntariamente.
Ela não lhe foi tirada, pois primeiro Ele inclinou a cabeça, e só depois é que ele morreu.
Pense Nisso!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Não Esconda o Seu Talento

"Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra”. (2 Coríntios 9.8)   
O tempo é curto!
Por isso, em nome de Jesus, que não se envergonhou de você, procure dominar seus sentimentos totalmente humanos e anuncie aos outros a salvação que Cristo deu a você.
Se você não consegue falar com voz de trombeta, então fale com voz suave!
Se você não é vocacionado para pregar, se você não pode escrever livros ou folhetos a fim de propagar o seu testemunho, então faça como Pedro, que disse: "Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou”.
Fale como a mulher samaritana no poço de Jacó em Siquém, se você não puder falar ao povo no monte.
Honre ao Senhor Jesus em sua casa, se você não pode glorificá-lO no templo.
Por favor, faça-o no campo, se o mercado não é o lugar certo.
Dê testemunho aos seus familiares, se a grande família do mundo parece estar fora do seu alcance.
Não esconda o seu talento, mas negocie com ele!
Assim você conseguirá grandes juros para seu Senhor e Mestre.
E enquanto falamos sobre as coisas do Senhor, nós mesmos recebemos refrigério, os santos são fortalecidos, os pecadores são consolados e o Senhor é honrado!

Pense Nisso!

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Uma Cidade no Monte

"...Tenho argumentos a favor de Deus”.  (Jó 36.2)
Nunca deveríamos nos vangloriar de nossos dons espirituais a fim de sermos louvados pelos homens, ou para que com isso seja reconhecido publicamente o nosso zelo pelas coisas de Deus.
Mas, ao mesmo tempo, é um pecado de omissão constantemente tentarmos ocultar temerosos os dons que o Senhor nos deu para o bem de nosso próximo.
A mais gloriosa finalidade da nossa conversão é que sejamos algo "para louvor da glória de sua graça”.  
Por isso, um crente verdadeiro não pode ser como um vilarejo escondido no vale, mas ele deve ser semelhante a "uma cidade no monte".
Como filho de Deus, você não deve ser como uma candeia que é colocada debaixo do alqueire, mas deve ser uma luz que é colocada no velador, de modo que ilumine a todos os que estão na casa.
Porém, os verdadeiros portadores de luz ficam invisíveis e só se vê a luz que eles irradiam.
Por isso, a verdadeira negação de si mesmo é quando nós mesmos nos retraímos, ficando em segundo plano, evitando aparecermos para deixarmos que a luz do Senhor apareça muito mais.
Mas é injustificável ocultarmos ao Senhor que ressuscitou verdadeiramente e que fez morada em nossos corações.
Que enorme responsabilidade nós temos neste tempo do fim!
Estamos muito próximos do arrebatamento!

Pensemos Nisso!