sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O Dever de Amar tem Restrição?

Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos.     Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade  (1 João 5:2-3; 3:18).
Jesus disse: “Um novo mandamento vos dou. Que vos ameis uns aos outros” (João 13:34).
Para o crente isso não é somente um conselho, mas uma ordem, a ordem essencial do cristianismo.
Porém, imediatamente, meu coração enganoso levanta uma objeção: estou disposto a amar meus irmãos na fé, ou seja, aqueles que receberam o Senhor Jesus como Salvador, mas só aos que se mostram dignos.
Isso me alivia um pouco, pois me exime de amar os crentes que são diferentes de mim, e aqueles com os quais eu não concordo.
Deus é mais poderoso que minha malícia.
Ao ler a Bíblia encontro outro ensino do Senhor: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:39).
Meu próximo é quem está perto de mim: minha família, vizinhos, colegas…
Eu os amo verdadeiramente?
Desejo o bem deles?
Mais uma vez, minha mente hábil desvia a pergunta, achando assim uma solução para me justificar: não posso considerar como próximo quem se afasta de mim. 
Contudo, minha desculpa não é valida, pois Jesus também disse: “Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:44).
Ele nos amou quando éramos Seus inimigos (Colossenses 1:21).
Portanto, “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão” (1 João 4:20-21).

Pense Nisso!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

As Marcas do Senhor

Chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco. E, dizendo isto, mostrou-lhes as suas mãos e o lado  (João 20:19-20).
O Senhor mostrou duas vezes a Seus discípulos as marcas das feridas em Seu corpo ressuscitado.
Em Lucas 24:39-40, Ele diz aos apavorados discípulos que não era um espírito, mas que havia ressuscitado.
“E, dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés”.
Para aqueles homens, essas marcas eram a prova incontestável de que o Senhor estava vivo.
Ele mesmo, a quem viram pela última vez na cruz.
Não era possível confundi-Lo com outra pessoa.
Quando aparecer com poder e glória, no dia em que “todo olho o verá” (Apocalipse 1:7), as marcas de Suas feridas confirmarão que Ele é Jesus de Nazaré, que foi crucificado.
João 20:20 diz também a mesma coisa. Com isso o Senhor queria lhes mostrar o que realizou e qual o resultado da obra da salvação.
O Senhor Jesus tinha de ser levantado na cruz e morrer em nosso lugar, para que “todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
As cicatrizes em Suas mãos nos lembrarão da obra expiatória por toda a eternidade.
Quando o soldado romano abriu com a lança o lado do Salvador já morto, saiu sangue e água.
O sangue é o fundamento do perdão de nossos pecados e a água fala de nossa purificação moral, para a qual Sua morte é a base imprescindível.
As marcas do Salvador!
Que amor insondável e incompreensível.
“Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera” (Isaías 64:4).

Pense Nisso!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A Completa Segurança da Fé

(Leia Romanos 4:18-22)
[Abraão] não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus, e estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer  (Romanos 4:20-21).
No que Abraão acreditava?
Em Gênesis 15:5 lemos que Deus o fez sair da tenda à noite e lhe ordenou: “Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência”.
E Abraão creu no que Deus lhe disse.
Nesse momento, ele tinha cerca de 80 anos de idade; sua mulher, uns 70. Ambos eram muito velhos para ter filhos.
Abraão não ignorava essa impossibilidade biológica. Contudo, “não enfraquecendo na fé, não atentou para o seu próprio corpo já amortecido” (v. 19).
Não se deteve no impossível humano.
Sua fé estava em Deus, pois “para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis” (Marcos 10:27).
Abraão se fez forte pela fé.
Como filhos de Deus, temos experimentado que a fé traz força.
Crer não é uma atitude vaga na qual a imaginação desempenha um grande papel.
É o canal que coloca Deus diante de nós.
Essa fé inabalável no poder de Deus fez com que Abraão vencesse as dúvidas.
Quando aprendeu a não olhar para si mesmo, mas para Deus pela força da fé, então se firmou na segurança de que Deus era poderoso para fazer o que prometera.
Quando alguém fixa seus olhos no Deus todo-poderoso, já não tem como duvidar que Ele, mesmo onde reina a morte, dá vida em abundância!

Pense Nisso!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Nicodemos

Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho?  (João 3:3-4).
Nicodemos, um líder do povo judeu, não queria ser visto com o Senhor Jesus.
Mas apesar disso desejava falar com Ele e foi vê-lo à noite.
Jesus, sempre disponível, o recebeu e falou com autoridade: “Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo… Tu és mestre de Israel, e não sabes isto?”
Provavelmente, Nicodemos se comoveu com esse encontro, pois mais tarde, quando os sacerdotes quiseram prender o Senhor Jesus, Nicodemos teve a ousadia de se opor a eles.
Seus colegas lhe responderam rispidamente: “És tu também da Galiléia?” (João 7:52).
O desprezo que os chefes religiosos tinham em relação aos galileus, e em particular para com o Senhor Jesus, lhes fazia perder toda a objetividade.
Nicodemos não insistiu.
Com certeza não se sentia à vontade nesse meio hipócrita e violento.
Até onde iria a coragem dele?
Ele se atreveria a mostrar sua fé?
Sim.
Quando o Senhor Jesus morreu, todos O abandonaram.
Porém Nicodemos acompanhou José de Arimatéia, o qual pediu a Pilatos autorização para tirar o corpo do Senhor Jesus da cruz.
Nicodemos trouxe um perfume precioso e, junto com José, envolveu o corpo do Senhor Jesus com lenços e ambos O colocaram no sepulcro.
A princípio, tímido, mas tocado pelo Senhor Jesus, Nicodemos vacilava em demonstrar sua fé.
Quando finalmente o fez, foi um dos poucos.
Com qual etapa de sua vida você se identifica hoje?

Pense Nisso!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

“Chaves na Mão”

Jesus Nazareno… ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela.  (Atos 2:22 e 24)       Fui morto, mas eis aqui estou vivo… E tenho as chaves da morte e do inferno  (Apocalipse 1:18).
 “Tenho as chaves da morte”, declara o Senhor Jesus.
Ele adquiriu todos os direitos de domínio sobre a morte.
Jesus conhece e tem o poder sobre essa terrível desconhecida que nos dá medo e da qual todos os seres humanos fogem.
Antes que a morte seja uma realidade, é essencial que você conheça e se submeta ao Vencedor dela.
Depois da crucificação, o Senhor Jesus mergulhou na morte, porém ela não conseguiu retê-Lo.
Ele saiu vitorioso mediante a ressurreição.
A morte, para quem crê no Senhor Jesus, é como um campo que um viajante tem de atravessar para alcançar seu destino.
Se conhecer o proprietário, ele o ajudará a cruzar o campo.
Se você confia no Senhor Jesus e em Sua obra na cruz, a morte já não é mais um fim em si mesmo, nem um muro no qual as esperanças se desfazem.
Não, a morte foi vencida por Alguém que nos convida a segui-Lo em um caminho de ressurreição e vida.
Você possui essa esperança?
“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Coríntios 15:55-57).

Pensemos Nisso!

domingo, 2 de dezembro de 2012

É Crente até Debaixo da Água

Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida  (1 João 5:12).
Essa expressão é usada para designar uma pessoa religiosa, que participa assiduamente dos rituais e é ativa em sua congregação.
Geralmente é respeitada pelos demais.
Porém, qual é a opinião de Deus sobre tais pessoas?
Nesse campo, mais que em qualquer outro, o parecer divino é essencial.
A Palavra de Deus nunca fala de alguém ser mais ou menos crente.
Ou se crê ou não se crê.
A Bíblia faz uma clara diferença entre os que nasceram de novo, como explica o Senhor Jesus em João 3:3-6, e os que não nasceram de novo.  ( 3 Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.       4 Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?       5 Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.       6 O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. )
Humanamente, se alguém não está vivo, está morto e vice-versa.
Em nenhum caso pode acontecer as duas coisas ao mesmo tempo.
Há uma fronteira nítida entre os dois estados.
A questão, portanto, não é saber se sou pouco ou muito crente, mas se tenho a vida divina.
Ou, em outras palavras, tenho fé em Seu Filho?
Jesus é o Filho de Deus.
Ter ao Filho é conhecer ao Senhor Jesus; não somente como o Salvador pessoal, mas como Senhor de todas as áreas da minha vida.
Minhas atividades religiosas não bastam para comprovar meu relacionamento com Deus.
Ao contrário, foram as pessoas mais religiosas da época de Jesus que exigiram a Sua crucificação.
No entanto, se esse relacionamento é real, a conseqüência natural é que haja frutos, para o bem dos demais e para a glória de Deus.

Pensemos Nisso!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Se o Grão não Morre...

Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto. (João 12:24)       Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos  (Salmo 126:6).
A germinação é um pequeno milagre que se repete sem cessar na natureza, milagre sem o qual a humanidade estaria condenada a morrer de fome.
Jesus usou essa imagem várias vezes, particularmente para explicar esse extraordinário fato.
 Ele deveria atravessar a morte, ser sepultado e ressuscitar ao terceiro dia para dar vida eterna a todos os que criam nEle.
Que imensa colheita futura!
Quando esteve na terra, o Senhor Jesus difundiu a Palavra de Deus incansavelmente, como um semeador.
E o fez apesar da oposição, da contradição e das dificuldades.
Chorou, gemeu, suspirou.
De antemão via a magnífica colheita que representam todos os verdadeiros salvos do mundo e de todos os tempos.
Porém, para Ele, quantos sofrimentos até à cruz!
“Jesus… pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus” (Hebreus 12:2).
Ao seguir seu Mestre, cada discípulo olha para o campo e ouve Sua voz que diz: “A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros. Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara” (Mateus 9:37-38).
E você, querido irmão (ã), está disposto (a) a ser um desses ceifeiros (as)?

Pensem Nisso!