sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Saber sem Conhecer

Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, contudo ainda em minha carne verei a Deus.    (Jó 19:25-26).
A história de Jó nos dá um excelente exemplo de como DEUS agia há muito, muito tempo.
O que nos surpreende é a segurança com a qual ele pôde fazer as declarações acima.
“Sei que meu Redentor vive.”
Todos deveriam ser capazes de afirmar: Meu Redentor está vivo!”
Por meio das Sagradas Escrituras, os cristãos têm maior conhecimento da redenção que Jó.
O Redentor, JESUS CRISTO, realizou a obra de expiação dos pecados na cruz.
Todos os que crêem nEle e se apoderam pela Fé de Sua obra podem afirmar: “Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados” (Colossenses 1:14).
E nosso Redentor vive “sempre para interceder por eles” (Hebreus 7:25).
Que alegria e segurança isso nos dá!
“Por fim se levantará sobre a terra.”
Jó cria que seu Redentor no futuro iria instaurar Seu reinado, provavelmente sem conhecer mais nada sobre isso.
O Antigo e o Novo Testamento nos dão informações mais detalhadas sobre o reinado do Messias (Daniel 7:14).

“Depois de consumida a minha pele... em minha carne verei a Deus.”
Isso comprova que a Fé pessoal de Jó ia além do túmulo.
Ainda que o corpo mortal se corrompesse, Jó olharia para DEUS. 
E até o Novo Testamento não havia muitos detalhes sobre a ressurreição de todos os mortos.

Diferentemente de Jó, nós hoje temos a Palavra de DEUS completa e acessível.
Se estudarmos a Bíblia, aprenderemos tudo o que DEUS deseja nos conceder.
Jó não tinha esse privilégio...

Pensemos Nisso!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Tempo de Guerra e Tempo de Paz

“Tudo tem o seu tempo determinado… tempo de guerra, e tempo de paz”.        “E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto”.   (Eclesiastes 3:1 e 8; Efésios 2:17).
Aconteceu no dia 8 de maio de 1945.
O fim da Segunda Guerra Mundial.
Minha família estava reunida para o almoço.
Segundo seu costume, meu pai fez uma oração.
Porém nesse dia o tom de sua voz mudou.
Agradeceu a Deus porque a guerra havia terminado e porque nós, iríamos escapar daquele pesadelo.
Sua voz ficou embargada e ele chorou de emoção.
Lembro que reagiu da mesma maneira no começo da guerra.
Nessa época eu era muito pequeno, mas as lágrimas de meu pai me avisaram que coisas terríveis estavam por vir…

Porém, por que chorar nesse dia, dia de paz?
Depois de um longo silêncio, meu pai disse: Não olhamos na mesma direção.
Vocês, jovens, olham para o futuro: a paz.
Então podem se alegrar.
Nós, os pais, pensamos em tantos sofrimentos dos anos de guerra… e choramos.

Ele explicou que sempre existem duas maneiras de se apreciar um acontecimento: pode-se constatar as terríveis conseqüências dos erros humanos, mas também reconhecer a misericórdia de Deus que permite uma trégua, um alívio, um tempo de reflexão.
Além disso, nos dá um tempo de nos voltarmos para Ele e de Lhe servirmos com gratidão.
Nosso dever é aproveitar esse tempo de paz, ou, em outras palavras, esse tempo de graça para acertarmos nossa vida com Deus e receber a Jesus Cristo como nosso Salvador e Senhor.
Hoje, agora mesmo, é o tempo determinado para isso!

Pense Nisso!
Fonte: Devocional Boa Semente

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

A Fé Como um Radar

“Porque andamos por fé, e não por vista”.           “Sem fé é impossível agradar-lhe [a Deus] “.   (2 Coríntios 5:7; Hebreus 11:6).
Enquanto cruzávamos um largo canal, a névoa era tão espessa que não podíamos ver a água que nos rodeava.
Mas o barco seguia firme o seu curso, um radar mostrava ao piloto tudo o que estava no caminho.
De fato, na tela se podia distinguir um rastro luminoso que revelava a presença de uma embarcação diante de nós, mas ainda distante.
O radar penetrava através da névoa e o fazia visível.
A fé também é um tipo de radar que revela o invisível através das nuvens das nossas dificuldades.
A fé não discute, simplesmente crê no que DEUS disse.
Por exemplo, quando se trata da criação do universo, a fé reconhece que os mundos não são resultado da casualidade, mas que foram criados pela Palavra de DEUS.
Nisso há uma profunda segurança para a fé.
Pelo contrário, as numerosas hipóteses que têm sido propostas para excluir o DEUS Criador, só oferecem insegurança, pois são contraditórias entre si.
Por trás disso está Satanás, que quer induzir o ser humano a desconfiar do Criador e destruir o relacionamento de Suas criaturas com Ele.
Desde o jardim do Éden, a maneira satânica de falar é a mesma: “É assim que Deus disse…?” (Gênesis 3:1).
A fé, portanto, não é uma espécie de auto-sugestionamento que se apóia em sentimentos passageiros e instáveis.
Primeiramente é a convicção inabalável que DEUS existe e, em segundo lugar, de que Ele é verdadeiro no que diz.

Pensemos Nisso!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

O Caminho de DEUS

Ensina-me, Senhor, o teu caminho   (Salmo 27:11).
Como cristãos, temos de tomar decisões durante nossa vida inteira.
Nem sempre é fácil optar por aquilo que sabemos ser o certo.
A Bíblia não nos dá uma resposta direta às nossas orações e questionamentos.
Contudo, ela nos mostra um padrão correto que nos capacita a testar nossa linha de pensamento.
No versículo de hoje, o salmista pede que Deus lhe mostre Seus caminhos.
Deus tem um plano para nossa vida.
Não se trata do que parece melhor para nós, mas de que caminho Deus tem em mente.
Se estivermos dispostos a submeter nossos projetos à vontade de Deus, Ele irá nos instruir acerca do caminho que está em Seu coração.
O Salmo 37:5 declara: “Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará”.
Podemos trazer voluntariamente tudo o que diz respeito à nossa vida ao Senhor Jesus em oração.
Se formos realmente dependentes dEle, aguardaremos Sua resposta.
Mas isso requer paciência.
Quantas vezes agimos precipitadamente e nos desqualificamos a experimentar a orientação do Senhor!
Deus não revela de antemão todo o caminho que devemos percorrer.
Em Sua Palavra Ele nos mostra o próximo passo (Salmo 119:105).
Que possamos continuar obedecendo ao longo de todo o percurso que Ele já nos revelou.
Só então, em total dependência, Ele nos levará ainda mais além.
Se notarmos que caminhamos segundo nossa própria mente e vontade, e nos desviamos de Deus, sempre há um retorno.
Voltemos ao Senhor com arrependimento e confissão.
Ele será gracioso, pois permanece fiel a Si mesmo e à Sua justiça.
A misericórdia do Senhor é infinita.
Basta que não endureçamos o coração!

Pensemos Nisso!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Por que a Cruz?

Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.    Mas nós pregamos a Cristo crucificado… Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus.    (1 Coríntios 1:18, 23-24).
Por que o Senhor Jesus morreu na cruz, pública e vergonhosamente?
Ele não poderia salvar o mundo com mais dignidade e honra?
Todos querem ter um Salvador honrado, um mestre aclamado, um glorioso libertador.
Os judeus do tempo de Jesus também queriam um Messias assim, mas Jesus não correspondeu a nenhuma dessas expectativas.
Como Filho de Deus, será que poderia receber as honrarias de um mundo inimigo de Seu Pai?
Por que a cruz?
Porque ela é a prova cabal que o ser humano, quer seja honesto ou depravado, não quer saber de Deus.
Rejeita o Filho de Deus e O põem na companhia de ladrões, renegados da sociedade.
Por que a cruz?
Porque só ela pode dar uma idéia do horror que Deus tem em relação ao pecado.
Devido à Sua justiça, Deus se viu obrigado a desamparar Seu próprio Filho amado, que suportou o nosso castigo a fim de poder nos conceder perdão.
Por que a cruz?
Para que refulgisse tanto o amor de Cristo, que foi até o fim do sacrifício, como o amor de Deus, que permaneceu calado ante o maior ultraje que a humanidade poderia Lhe ter feito.
Por meio da cruz se manifestou a imensidão da graça divina para a salvação de quem crê.
Sim, por que a cruz?
Para que possamos decidir claramente pelo Senhor Jesus.
Por amor, o crente pode se colocar ao lado do crucificado e aceitar o desprezo do mundo.

Pensemos Nisso!

domingo, 2 de setembro de 2012

O Trabalho

Maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.     No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra.   (Gênesis 3:17,19).
Contrariamente à opinião de algumas pessoas sobre os versículos acima, o trabalho em si não é uma maldição.
Ainda no paraíso, Adão deveria cultivar seu maravilhoso jardim (Gênesis 2:15).
Porém, por causa do pecado, o esforço e o cansaço foram agregados ao trabalho, assim como a morte que põe fim aos nossos dias.
Pouco importa se os homens inventaram métodos, fabricaram instrumentos, máquinas, robôs para realizar trabalhos mais elaborados com menos cansaço.
O esforço e a preocupação mudam de lugar, mas não desaparecem.
Os povos chamados civilizados, orgulhosos de seus êxitos tecnológicos, pagam com moedas de destruição as facilidades da tecnologia moderna.
Por exemplo, a má utilização do tempo, o afã pela velocidade, o frenesi dos prazeres, a pressão pelo consumo, etc.
Novas doenças surgem à medida que a ciência elimina ou controla outras.
Para muitas mães, trabalhar é uma obrigação, com todas as inevitáveis conseqüências para a vida familiar.
Poucos podem afirmar que trabalham com alegria e com a mente livre.
O crente não escapa dessas conseqüências do pecado.
Porém possui um segredo: “pode fazer tudo, inclusive os trabalhos mais repetitivos e insignificantes, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberá do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, é que está servindo”. (Colossenses 3:23-24).
Pensemos Nisso!

sábado, 1 de setembro de 2012

Um DEUS que Sabe Tudo

“Todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar”.        “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado”.   (Hebreus 4:13; 1 João 1:7).
Devido à necessidade de venda, tive de desocupar a casa na qual passei minha infância.
Era comovente estar frente a frente com meu passado.
Em um canto da antiga oficina de meu pai descobri um instrumento de pressão que chamávamos de “sete”, que servia para manter imóvel a peça de madeira com a qual queríamos trabalhar.
Esse “sete” estava partido ao meio.
Lembrei-me então de uma falta que havia cometido há sessenta anos.
Eu tinha de serrar uma peça de madeira bastante dura e, para imobilizá-la, bati com muita força com o martelo sobre o “sete”, que acabou se partindo.
Como temia a bronca do meu pai, que já havia me avisado para não fazer o que fiz, coloquei-o no lugar e o travei com um calço, de modo que parecia estar normal.
Esse simulacro não pôde enganar meu pai, e o culpado – eu – logo foi identificado.
Então admiti meu erro e fui perdoado.
Se esse pecado não tivesse sido revelado naquela oportunidade, minha consciência carregaria tal peso até hoje.
Mais cedo ou mais tarde, a verdade salta para a luz.
Essa é uma das claras afirmações da Bíblia.
O que não for revelado aqui neste mundo, será revelado no tribunal de Deus!
Isso deve nos fazer refletir profundamente e nos levar a confiar com ousadia nesse Deus que tudo vê e deseja nos perdoar.
Pensemos Nisso!